sexta-feira, 15 de junho de 2007

A arte e seus pequenos detalhes

Música, dança, fotografia, pintura, estas são algumas das manifestações de arte que nos rodeia no nosso dia-a-dia, mais existe outra modalidade de arte que também vemos, mais não damos tanto valor, trata-se do artesanato. Muita gente vai as grandes feiras de artesanato apenas para consumir, mais deixam de observar os detalhes de uma peça, de que ali, teve muito tempo e muita criatividade para que o objeto ficasse pronto. São detalhes minuciosos que exigem muita técnica e habilidade com as mãos para se transformar em um verdadeiro objeto de arte.
Tem pessoas que trabalham com o artesanato como: terapia, como fonte de renda e hobby. É o caso da psicóloga Catia Bonini, 46, que começou a se interessar por artesanato desde sua adolescência, ela conta que nesta época fazia bolsas e vasos de planta. Catia diz também, que sempre gostou de criar peças e tinha muito acesso a livros de arte, comentava com as pessoas de que quando via uma vela derretendo, pensava que a cera poderia ser reaproveitada, a partir daí, começou a fazer velas de várias formas que enfeitam a sala de sua casa junto com algumas peças de argila que ela também produz. Perguntada sobre se ela se considera uma artista, ela responde: " ...de dia sou psicóloga e nas horas vagas sou artesã...".








O homem da foto acima é o chileno Guilhermo Hernan Petaral, 29 anos. Este tubo que ele está assoprando é um instrumento chamado: DIDGERIDOO, é de origem aborígene, um povo primitivo da Austrália. Ele produz o instrumento no Chile e comercializa no valor de 10 mil pesos chilenos, que no Brasil equivale a mais ou menos 30 reais. O instrumento é feito de tubo de PVC e o seu bocal é feito de cera de abelha, ele produz também em formato de madeira, mais ele conta que é mais trabalhoso e por isso mais caro. É um produto muito comun no chile e que aqui no Brasil existem muito poucos. Ele se diz um artista completo, além de artesão, "Gui", como gosta de ser chamado, também é músico e artista plástico. Viu como o artesanato também está ligado a música.



Há casos de pessoas que largam tudo por uma vida melhor. O paraibano Aldo Mendes, 27, saiu de sua terra natal, Carrapetinha, que fica no sertão paraibano, quase faz divisa com o Ceará. Ele disse que saiu de lá por considerar o lugar uma terra de ninguém. Aldo conta com orgulho que se considera um artista sim, pelo fato de dar valor às coisas mais simples do mundo, além de produzir seus brincos, colares e pulseiras. É com esse trabalho artesanal que Aldo diz conseguir ter um mínimo de condições para se sustentar. Ele reclama que a prefeitura poderia conseguir um local para que os artesões que vivem nas mesmas condições que ele, pudessem expor e vender suas peças.


EU RECOMENDO : Nefelibata de Atalaia

Quem tem medo de jornalismo?

Guarda-roupa de mulher








quinta-feira, 14 de junho de 2007

Faculdade Estacio de Sá e Jornal Estado de Minas firman parceria

No dia cinco de Maio a Faculdade Estacio de Sá e o Jornal Estado de Minas assinaram parceria.
O convênio possibilitará aos alunos de jornalismo uma possível vaga de estágio. Houve também um Workshop na faculdade com a presença de todos os editores do jornal. O diretor geral da faculdade, Carlos Alberto Teixeira disse que a parceria será boa para ambos os lados destacando a importancia de um estágio em um grande veículo de Minas e do Brasil. Para concorrer a uma vaga, os alunos passaram por um processo de seleção através de prova de conhecimentos gerais e caso o aluno seja classificado, fará uma prova de redação.

Mulheres egípcias e seus costumes


No mundo mulçumano, mais precisamente no Egito, as moças, em princípio, casam virgens. Não é permitido à moça solteira manter conversa com homens. Nas escolas, os meninos sentam em bancos separados das meninas. Segundo os árabes, "a mulher é uma flor tenra que precisa ser preservada". Por isso o uso do purdah (véu), que esconde os cabelos das mulheres. A mulher muçulmana casada, no Egito, não mostra seus cabelos a não ser para o marido e pessoas da família. Há a nequab, uma vestimenta islâmica que cobre as mulheres da cabeça aos pés, usada por uma quantidade razoável de mulheres no país, mas que não é normal. Com essas vestimentas, apenas são vistos os olhos das mulheres. É bom lembrarmos que há 50 anos atrás, no Brasil, as mulheres também andavam com vestidos longos, até os calcanhares, e com véus nas cabeças. E a cor predominante era a preta, como hoje podemos observar as mulheres ocidentais mudaram de traje em tão pouco tempo. Para melhor ou para pior?

Clube da Esquina marca presença na Semana de Literatura na Estacio

Com grande participação de estudantes e professores, o dia oito de maio vai ficar marcado na memória de muita gente. O clube da Esquina esteve representado pelos poetas Marcio Borges e Murilo Antunes. Eles estiveram presentes na Semana de literatura que a faculdade Estacio de Sá promoveu nos dias sete a onze de maio. O tema do dia oito foi poesia e música e os poetas explicaram cada um de uma forma a relação existente entre as duas categorias. Contaram também, um pouco da história de cada um no Clube da Esquina. Murilo Antunes recitou algumas poesias e Marcio Borges contou um pouco de sua relação no início do movimento musical com alguns integrantes, entre eles, Milton Nascimento.
As histórias emocionaram a platéia, alguns mais velhos, sentiram um pouco de nostalgia e a maioria eram jovens que não vivenciaram o nascimento do Clube e dos grandes festivais que marcaram as décadas de 60 e 70 no Rio de Janeiro.

Um novo distúrbio ataca atletas femininas.

O aumento marcante da participação das mulheres em atividades esportivas competitivas nas últimas décadas trouxe muitos benefícios. Infelizmente, alguns problemas inerentes à essa atividade têm se mostrado presentes. Mulheres que se dedicam bastante ao esporte sem ter uma vida social relativamente normal, começam a criar um processo doentio e vicioso conhecido como tríade da atleta feminina (TAF). Um distúrbio importante e com capacidade de, se não tratado, levar a uma intensa diminuição da qualidade de vida das mulheres. Leia mais sobre o assunto no BOA SAUDE.